Paisagens campestres na Mata Atlântica como chaves na conservação do bioma e relíquias paleoambientais: uma revisão
DOI:
https://doi.org/10.70525/2025.36Palavras-chave:
Biodiversidade neotropical, Conservação de solos, Ecossistemas campestres, Geoambientes pedológicos, Refúgios paleoambientaisResumo
A Mata Atlântica, um dos mais importantes hotspots de biodiversidade do planeta, é frequentemente percebida como um domínio exclusivamente florestal. No entanto, este bioma megadiverso abriga uma notável heterogeneidade de ecossistemas, incluindo uma miríade de enclaves de vegetação não florestal. Esta ampla revisão crítica colige os dados disponíveis sobre os solos nessas formações, e oferece uma visão geoambiental abrangente sobre as paisagens campestres e savânicas inseridas no bioma, que correspondem a aproximadamente 21% de sua área original. Elencamos os principais tipos de campos, integrando informações edáficas, geomorfológicas, geológicas, florísticas e fitofisionômicas em uma abordagem geoambiental abrangente. A revisão em análise revela que esses ecossistemas, longe de serem formações marginais, representam relíquias paleoambientais e palimpsestos que guardam registros da história evolutiva e climática do Quaternário. Discutimos a importância crucial desses ambientes para a conservação dos recursos naturais e da biodiversidade única da Mata Atlântica, destacando sua condição de refúgios e centros de endemismo. Por fim, enfatizamos a necessidade de políticas de conservação que reconheçam a singularidade e a fragilidade dessas paisagens, frequentemente negligenciadas em favor das formações florestais.
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