Afogada no progresso: o dilema da Restinga no Brasil

Autores

  • Luis Fernando Tavares de Menezes Universidade Federal do Espírito Santo image/svg+xml Autor
  • Felipe Zamborlini Saiter Instituto Federal do Espírito Santo image/svg+xml Autor
  • Pavel Dodonov Universidade Federal da Bahia image/svg+xml Autor
  • Oberdan José Pereira Universidade Federal do Espírito Santo image/svg+xml Autor
  • Everton Luís Poelking Universidade Federal do Recôncavo da Bahia image/svg+xml Autor
  • Francisco de Deus Fonseca Neto Instituto Federal do Espírito Santo image/svg+xml Autor
  • Claudio Nicoletti de Fraga Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro image/svg+xml Autor
  • Daniel Piotto Universidade Federal do Sul da Bahia image/svg+xml Autor
  • Henrique Machado Dias Universidade Federal do Espírito Santo image/svg+xml Autor
  • Jomar Gomes Jardim Universidade Federal do Sul da Bahia image/svg+xml Autor
  • Jorge Antônio Silva Costa Universidade Federal do Sul da Bahia image/svg+xml Autor
  • Lidyanne Yuriko Saleme Aona-Pinheiro Universidade Federal do Recôncavo da Bahia image/svg+xml Autor
  • Luiz Roberto Zamith Universidade Federal Fluminense image/svg+xml Autor
  • Marcelo Simonelli Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Espírito Santo Autor
  • Márcio Lacerda Lopes Martins Universidade Federal do Recôncavo da Bahia image/svg+xml Autor
  • Patrícia Luz Ribeiro Universidade Federal do Recôncavo da Bahia image/svg+xml Autor
  • Phellipe Arthur Santos Marbach Universidade Federal do Recôncavo da Bahia image/svg+xml Autor
  • Rafaela Campostrini Forzza Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro image/svg+xml Autor
  • Rodrigo Lemes Martins Universidade Federal do Rio de Janeiro image/svg+xml Autor
  • Luiz Fernando Silva Magnago Universidade Federal do Sul da Bahia image/svg+xml Autor

DOI:

https://doi.org/10.70525/2025.41

Palavras-chave:

Conservação, Gerenciamento costeiro, Legislação ambiental, Políticas públicas

Resumo

A Restinga constitui um ecossistema costeiro singular e altamente dinâmico, resultante de processos sedimentares holocênicos e pleistocênicos, moldados por distintos gradientes ambientais que estruturam mosaicos de formações vegetais herbáceas, arbustivas e arbóreas. Apesar de sua elevada heterogeneidade ecológica e relevância biogeográfica, esse ecossistema encontra-se entre os mais ameaçados do Brasil. A partir da segunda metade do século XX, a expansão urbana, o turismo de massa, a especulação imobiliária e, mais recentemente, as instalações portuárias intensificaram a fragmentação e a perda de habitat na Restinga. A conversão direta de trechos preservados de Restinga, como no caso do Porto Central, em Praia das Neves (ES), revela um padrão de desenvolvimento ancorado na supressão de ecossistemas críticos e em instrumentos de compensação ambiental incapazes de repor funções ecológicas complexas. Soma-se a isso, as alterações climáticas que podem causar impactos de grande magnitude nesse ecossistema. O cenário é agravado por retrocessos normativos, especialmente após a decisão recente do Superior Tribunal de Justiça que restringe o enquadramento automático da Restinga como Área de Preservação Permanente, desconsiderando papéis ecológicos essenciais. A ausência de um mapeamento nacional refinado de áreas de Restinga, a fragilidade das Áreas Protegidas e a limitada integração entre planejamento territorial, governança municipal e gestão costeira dificultam respostas efetivas. Conservar a Restinga implica reconhecer sua importância para a estabilidade costeira, segurança hídrica, biodiversidade e resiliência climática. Assim, urge fortalecer instrumentos legais, adotar diretrizes de “Desmatamento Zero”, realizar pesquisas, incorporar evidências científicas ao licenciamento e promover políticas públicas que conciliem proteção ambiental e desenvolvimento sustentável no litoral brasileiro.

Referências

Angulo, R. J., Lessa, G. C., & Souza, M. C. (2006). A critical review of mid- to late-Holocene sea-level fluctuations on the eastern Brazilian coastline. Quaternary Science Reviews, 25, 486–506. https://doi.org/10.1016/j.quascirev.2005.03.008 DOI: https://doi.org/10.1016/j.quascirev.2005.03.008

BNDES. (2025). Arco da restauração. https://florestas.bndes.gov.br/iniciativas/arco-da-restauracao/

Brando, P. M., Barlow, J., Macedo, M. N., Silvério, D. V., Ferreira, J. N., Maracahipes, L., Anderson, L., Morton, D. C., Alencar, A., Paolucci, L. N., Jacobs, S., Stouter, H., Randerson, J., Flores, B. M., Starinchak, B., Coe, M., Pires, M. M., Rattis, L., Armenteras, D., Artaxo, P., Ordway, E. M., Trumbore, S., Staver, C., Berenguer, E., Oliveras Menor, I., Maracahipes-Santos, L., Potter, N., Spracklen, D. V., & Uribe, M. (2025). Tipping points of Amazonian forests: Beyond myths and toward solutions. Annual Review of Environment and Resources, 50(1), 97–131. https://doi.org/10.1146/annurev-environ-111522-112804 DOI: https://doi.org/10.1146/annurev-environ-111522-112804

Brasil. Ministério do Meio Ambiente. Conselho Nacional do Meio Ambiente. (2002). Resolução CONAMA nº 303, de 20 de março de 2002. Diário Oficial da União.

Brasil. (2006). Lei nº 11.428, de 22 de dezembro de 2006. https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2004-2006/2006/lei/l11428.htm

Brasil. (2012a). Lei nº 12.651, de 25 de maio de 2012. https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2011-2014/2012/lei/l12651.htm

Brasil. (2012b). Medida Provisória nº 595, de 6 de dezembro de 2012. https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2011-2014/2012/mpv/595.htm

Brasil. (2013). Lei nº 12.815, de 5 de junho de 2013. https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2011-2014/2013/lei/l12815.htm

Braz, D. M., Jacques, E. L., Somner, G. V., Sylvestre, L. S., Rosa, M. M. T., Pereira-Moura, M. V. L., Germano Filho, P., Couto, A. V. S., & Amorim, T. A. (2013). Sandy coastal plains (restinga) of Praia das Neves, ES, Brazil: Phytophysiognomy characterization, flora and conservation. Biota Neotropica, 13(3). https://doi.org/10.1590/S1676-06032013000300032 DOI: https://doi.org/10.1590/S1676-06032013000300032

Capossoli, D. J., Sansevero, J. B. B., Garbin, M. L., & Scarano, F. R. (2009). Tropical artificial forests. In K. Del Claro et al. (Eds.), Tropical biology and conservation management (Vol. 4, pp. 153–172). EOLSS Publishers.

Chapin, F. S., III, Kofinas, G. P. & Folke, C. (Eds.). (2009). Principles of ecosystem stewardship: Resilience-based natural resource management in a changing world. Springer. https://doi.org /0.1007/978-0-387-73033-2

CONAMA. (2020). Ato normativo nº 729. https://conama.mma.gov.br/index.php?option=com_sisconama&view=atonormativo&id=729

CONAMA. (1997). Resolução nº 237, de 19 de dezembro de 1997. Dispõe sobre licenciamento ambiental.

COP30 Brasil. (2025). Fundo Florestas Tropicais para Sempre (TFFF) propõe novo modelo de financiamento para conservação. https://cop30.br/pt-br/noticias-da-cop30/fundo-florestas-tropicais-para-sempre-tfff-propoe-novo-modelo-de-financiamento-para-conservacao

Corrêa, M. R., Xavier, L. Y., Gonçalves, L. R., Andrade, M. M., Oliveira, M., Malinconico, N., Botero, C. M., Milanés, C., Pérez Montero, O., Defeo, O., & Turra, A. (2021). Desafios para promoção da abordagem ecossistêmica à gestão de praias na América Latina e Caribe. Estudos Avançados, 35(103), 219–236. https://doi.org/10.1590/s0103-4014.2021.35103.012 DOI: https://doi.org/10.1590/s0103-4014.2021.35103.012

Dias, A. M. S., Cook, C., Massara, R. L., & Paglia, A. P. (2022). Are environmental impact assessments effectively addressing the biodiversity issues in Brazil? Environmental Impact Assessment Review, 95, 106801. https://doi.org/10.1016/j.eiar.2022.106801 DOI: https://doi.org/10.1016/j.eiar.2022.106801

Díez, M. C., & Montezuma, R. C. (2021). Edible restinga: A socio-environmental proposal inside the urban landscape in the west side of Rio de Janeiro. Sociedade & Natureza, 33. https://doi.org/10.14393/SN-v33-2021-58037 DOI: https://doi.org/10.14393/SN-v33-2021-58037

Espírito Santo. Secretaria de Estado da Cultura. (2009). Patrimônio cultural do Espírito Santo.

Ferreira, M. L. S., Mello, T. D., & Dias, H. M. (2019). Goods and services associated with a sandy coastal plain in southeastern Brazil. Floresta e Ambiente, 26(1), e20180402. https://doi.org/10.1590/2179-8087.040218 DOI: https://doi.org/10.1590/2179-8087.040218

Fischer, M. L., & Colley, E. (2005). Espécie invasora em reservas naturais: Caracterização da população de Achatina fulica Bowdich, 1822. Biota Neotropica, 5(1). https://www.biotaneotropica.org.br/BN/article/view/104 DOI: https://doi.org/10.1590/S1676-06032005000100014

Fraga, C. N., Chaves, F. G., & Formigoni, M. H. (2019). Fauna e flora ameaçadas de extinção no estado do Espírito Santo. Instituto Nacional da Mata Atlântica.

Gaspar, C. B. (2004). Orla Carioca: História e cultura. Metalivros.

Halpern, B. S., Frazier, M., Afflerbach, J., Lowndes, J. S., Micheli, F., O’Hara, C., Scarborough, C., & Selkoe, K. A. (2019). Recent pace of change in human impact on the world’s ocean. Scientific Reports, 9, 11609. https://doi.org/10.1038/s41598-019-47201-9 DOI: https://doi.org/10.1038/s41598-019-47201-9

Hanley, M. E., Hoggart, S. P. G., Simmonds, D. J., Bichot, A., Colangelo, M. A., Bozzeda, F., Heurtefeux, H., Ondiviela, B., Ostrowski, R., Recio, M., Trude, R., Zawadzka-Kahlau, E., & Thompson, R. C. (2014). Shifting sands? Coastal protection by sand banks, beaches and dunes. Coastal Engineering, 87, 136–146. https://doi.org/10.1016/j.coastaleng.2013.10.020 DOI: https://doi.org/10.1016/j.coastaleng.2013.10.020

Horta, P., Pinho, P. F., Gouvêa, L., & Grimaldi, G. (2020). Climate change and Brazil’s coastal zone: Socio-environmental vulnerabilities and action strategies. Sustainability, 12(23), 9862. https://doi.org/10.3390/su12239862 DOI: https://doi.org/10.3390/su12239862

IBGE. (2022). Censo Demográfico 2022: População e domicílios — primeiros resultados.

Inague, G. M., Zwiener, V. P., & Marques, M. C. M. (2021). Climate change threatens the woody plant taxonomic and functional diversities of the Restinga vegetation in Brazil. Perspectives in Ecology and Conservation, 19(1), 53–60. https://doi.org/10.1016/j.pecon.2020.12.006 DOI: https://doi.org/10.1016/j.pecon.2020.12.006

Lourenço Júnior, J., Newman, E. A., Ventura, J. A., Milanez, C. R. D., Thomaz, L. D., Wandekoken, D. T., & Enquist, B. J. (2021). Soil-associated drivers of plant traits and functional composition in Atlantic Forest coastal tree communities. Ecosphere, 12(7), e03629. https://doi.org/10.1002/ecs2.3629 DOI: https://doi.org/10.1002/ecs2.3629

Magnago, L. F. S., Martins, S. V., & Pereira, O. J. (2011). Heterogeneidade florística das fitocenoses de restingas nos estados do Rio de Janeiro e Espírito Santo. Revista Árvore, 35(2), 245–254. https://doi.org/10.1590/S0100-67622011000200009 DOI: https://doi.org/10.1590/S0100-67622011000200009

Mapa de Conflitos. (2025). Comunidades tradicionais, agricultores e indígenas lutam contra degradação provocada por estaleiro. https://mapadeconflitos.ensp.fiocruz.br/conflito/es

Marengo, J., Nunes, L. H., Souza, C. R. G., Hosokawa, E. K., Pedro, G. R., Harari, J., Moreira, P. F., Franco, P. L., Bandini, M. P., Garcia, P. D., & Gireli, T. Z. (2022). Risk management and vulnerability to sea level rise in Brazil. Derbyana, 43, e768. https://doi.org/10.14295/derb.v43.768 DOI: https://doi.org/10.14295/derb.v43.768

Marques, M. C. M., Trindade, W., Bohn, A., & Grelle, C. E. V. (2021). The Atlantic Forest: An introduction to the megadiverse forest of South America. In M. C. M. Marques & C. E. V. Grelle (Eds.), The Atlantic Forest (pp. 1–22). Springer. https://doi.org/10.1007/978-3-030-55322-7_1 DOI: https://doi.org/10.1007/978-3-030-55322-7_1

Martínez, M., Hesp, P., & Gallego-Fernández, J. B. (2013). Coastal dunes: Human impact and need for restoration. In Coastal dunes (pp. 1–14). https://doi.org/10.1007/978-3-642-33445-0_1 DOI: https://doi.org/10.1007/978-3-642-33445-0_1

Matias, T. P., Leonel, J., & Imperador, A. M. (2022). A systemic environmental impact assessment on tourism in island and coastal ecosystems. Environmental Development, 44, 100765. https://doi.org/10.1016/j.envdev.2022.100765 DOI: https://doi.org/10.1016/j.envdev.2022.100765

Menezes, L. F. T., Araújo, D. S. D., & Nettesheim, F. C. (2010). Estrutura comunitária e amplitude ecológica do componente lenhoso de uma floresta de restinga mal drenada no sudeste do Brasil. Acta Botanica Brasilica, 24(3), 825–839. https://doi.org/10.1590/S0102-33062010000300025 DOI: https://doi.org/10.1590/S0102-33062010000300025

Mills, M., Magris, R. A., Fuentes, M. M. P. B., Bonaldo, R., Herbst, D. F., Lima, M. C. S., Kerber, I. K. G., Gerhardinger, L. C., de Moura, R. L., Domit, C., Teixeira, J. B., Pinheiro, H. T., Vianna, G., & de Freitas, R. R. (2020). Opportunities to close the gap between science and practice for marine protected areas in Brazil. Perspectives in Ecology and Conservation, 18(3), 161–168. https://doi.org/10.1016/j.pecon.2020.05.002 DOI: https://doi.org/10.1016/j.pecon.2020.05.002

Nicolodi, J.L, Asmus, M. L, Polette, M, Turra, A. Seifert Jr, C.A, Stori, F. T, Shinoda, D. C, Mazzer, A, Souza, V. A, Gonçalves, R. K. 2021. Critical gaps in the implementation of Coastal Ecological and Economic Zoning persist after 30 years of the Brazilian coastal management policy. Marine Policy, 128, 104470 DOI: https://doi.org/10.1016/j.marpol.2021.104470

https://www.sciencedirect.com/science/article/abs/pii/S0308597X21000816

O Eco. (2023). Porto Central: Projeto de R$ 5 bilhões ainda não tem orçamento de compensação para a pesca. https://oeco.org.br/reportagens/porto-central-projeto-de-r-5-bilhoes-ainda-nao-tem-orcamento-de-compensacao-para-a-pesca/

Oliveira, P. C., Di Beneditto, A. P. M., Bulhões, E. M. R., & Zappes, C. A. (2016). Artisanal fishery versus port activity in southern Brazil. Ocean & Coastal Management, 129, 49–57. https://doi.org/10.1016/j.ocecoaman.2016.05.005 DOI: https://doi.org/10.1016/j.ocecoaman.2016.05.005

Pearce, F. (2025). Carbon offsets are failing. Can a new plan save the rainforests? Yale Environment 360. https://e360.yale.edu/features/tropical-forest-forever-facility-cop30

Pereira, O. J., & Menezes, L. F. T. (2023). Restinga no Espírito Santo: Vegetação, flora e distribuição geográfica das espécies. Editora Rupestre.

Pinto, M. M., Aguiar, I. B., & Melo, M. M. R. F. (2025). Composição florística e estrutura de trecho de mata de planície na Ilha do Cardoso. Hoehnea, 52, e552025. https://doi.org/10.1590/2236-8906e552025 DOI: https://doi.org/10.1590/2236-8906e552025

Porto Central. (2025). O Porto. https://www.portocentral.com.br/o-porto/

Rabelo, S. T., Fernandes, M. F., & Moro, M. F. (2024). Biogeography of restinga vegetation in Northern and Northeastern Brazil. Anais da Academia Brasileira de Ciências, 96(2), e20230925. https://doi.org/10.1590/0001-3765202420230925 DOI: https://doi.org/10.1590/0001-3765202420230925

Rocha, C. F. D., Bergallo, H. G., Van Sluys, M., Alves, M. A. S., & Jamel, C. E. (2007). The remnants of restinga habitats in the Brazilian Atlantic Forest of Rio de Janeiro. Brazilian Journal of Biology, 67(2), 263–273. https://doi.org/10.1590/S1519-69842007000200011 DOI: https://doi.org/10.1590/S1519-69842007000200011

Scarano, F. R. (2002). Structure, function and floristic relationships of plant communities in stressful habitats marginal to the Brazilian Atlantic Rainforest. Annals of Botany, 90, 517–524. https://doi.org/10.1093/aob/mcf189 DOI: https://doi.org/10.1093/aob/mcf189

Scarano, F. R. (2009). Plant communities at the periphery of the Atlantic rain forest: Rare-species bias and its risks for conservation. Biological Conservation, 142(6), 1201–1208. https://doi.org/10.1016/j.biocon.2009.02.027 DOI: https://doi.org/10.1016/j.biocon.2009.02.027

Século Diário. (2025). Porto Central restringe acesso à orla de Presidente Kennedy. https://www.seculodiario.com.br/meio-ambiente/porto-central-restringe-acesso-a-trecho-da-orla-de-presidente-kennedy/

Seki, M. S., Muzzolon-Júnior, R., Capucho, G., & Vieira, R. S. (2022). Invasão biológica na vegetação de restinga do sítio aeroportuário de Vitória. Natureza Online, 20(1), 49–60. https://www.naturezaonline.com.br/revista/article/view/11

Siqueira, C. C., & Rocha, C. F. D. (2024). Challenges in preserving restinga and beach ecosystems in Brazil. Anais da Academia Brasileira de Ciências, 96(2), e20231395. https://doi.org/10.1590/0001-3765202420231395 DOI: https://doi.org/10.1590/0001-3765202420231395

Sigren, J. M., Figlus, J., & Armitage, A. R. (2014). Coastal sand dunes and dune vegetation: Restoration, erosion, and storm protection. Shore & Beach, 82(4), 5–12.

Souza, C. M., Jr., Shimbo, J. Z., Rosa, M. R., Parente, L. L., Alencar, A. A., Rudorff, B. F. T., Hasenack, H., Matsumoto, M., Ferreira, L. G., Souza-Filho, P. W. M., Oliveira, S. W. de, Rocha, W. F., Fonseca, A. V., Marques, C. B., Diniz, C. G., Costa, D., Monteiro, D., Rosa, E. R., Vélez-Martin, E., Weber, E. J., Lenti, F. E. B., Paternost, F. F., Pareyn, F. G. C., Siqueira, J. V., Viera, J. L., Ferreira Neto, L. C., Saraiva, M. M., Sales, M. H., Salgado, M. P. G., Vasconcelos, R., Galano, S., Mesquita, V. V., & Azevedo, T. (2020). Reconstructing three decades of land use and land cover changes in Brazilian biomes. Remote Sensing, 12(17), 2735. https://doi.org/10.3390/rs12172735 DOI: https://doi.org/10.3390/rs12172735

Suguio, K. & Tessler, M. G. (1984). Planícies de cordões litorâneos do Brasil: Origem e nomenclatura. In L. Araujo, R. Cerqueira, & B. Turcq (Eds.), Restingas: Origem, estrutura, processos (pp. 15–26). CEUFF.

Torres, C. C. A., Creado, E. S. J., & Carvalho, J. A. (2016). Orquídeas versus tartarugas marinhas: Conflitos aparentes e ocultos. Caderno Eletrônico de Ciências Sociais, 4(1), 86–108. https://doi.org/10.24305/cadecs.v4i1.14743 DOI: https://doi.org/10.24305/cadecs.v4i1.14743

Vilani, R. M., Cruz, J. L. V., & Pedlowski, M. A. (2021). O sal do porto: Conflitos ambientais no Porto do Açu. Ambiente & Sociedade, 24, 1–21. https://doi.org/10.1590/1809-4422asoc20200190r1vu2021L5AO DOI: https://doi.org/10.1590/1809-4422asoc20200190r1vu2021l5ao

Yin, K. (2025). Effects of climate change on the estimation of extreme sea levels. Water, 17(3), 429. https://doi.org/10.3390/w17030429 DOI: https://doi.org/10.3390/w17030429

Zamith, L. R., & Scarano, F. R. (2004). Produção de mudas de espécies das restingas do município do Rio de Janeiro. Acta Botanica Brasilica, 18(1), 161–176. https://doi.org/10.1590/S0102-33062004000100014 DOI: https://doi.org/10.1590/S0102-33062004000100014

Publicado

31-12-2025

Como Citar

Menezes, L. F. T. de, Saiter, F. Z., Dodonov, P., Pereira, O. J., Poelking, E. L., Fonseca Neto, F. de D., Fraga, C. N. de, Piotto, D., Dias, H. M., Jardim, J. G., Costa, J. A. S., Aona-Pinheiro, L. Y. S., Zamith, L. R., Simonelli, M., Martins, M. L. L., Ribeiro, P. L., Marbach, P. A. S., Forzza, R. C., Martins, R. L., & Magnago, L. F. S. (2025). Afogada no progresso: o dilema da Restinga no Brasil. Boletim Do Museu De Biologia Mello Leitão, 2(2), 134-143. https://doi.org/10.70525/2025.41